MENTOPLASTIA

MENTOPLASTIA

A mentoplastia é a cirurgia para correção de deformidades no mento ou queixo. Podem ser anomalias do crescimento, deformidades adquiridas por fatores genéticos, ou características familiares e raciais, traumatismos, fraturas ou outras doenças.

COMO É REALIZADO O DIAGNÓSTICO DE MENTOPLASTIA?

O diagnóstico das deformidades é feito pelo médico, a partir de queixas específicas do paciente. É importante ressaltar a necessidade de uma correta avaliação para diferenciarmos a deformidade pura do mento da deformidade de toda a mandíbula (quando há alteração na “mordida” ou oclusão dentária). 
Uma avaliação clínica e laboratorial pré-operatória é fundamental para estabelecer se o paciente está em boas condições para submeter-se a um procedimento anestésico e cirúrgico.
A mentoplastia pode ser para retroposicionar, avançar, encurtar ou alongar o queixo, corrigir desvios ou alterar a forma.

COMO É REALIZADO O TRATAMENTO CIRÚRGICO DA MENTOPLASTIA

Na imensa maioria das vezes, pode ser feito através de cortes internos na boca, sem cicatrizes externas. A pele é descolada e um corte é feito no osso para que ele possa ser reposicionado e fixado. No final a pele se acomoda à nova estrutura. Raramente pode ser necessária a utilização de enxertos de osso da própria pessoa. Os pontos são todos internos e normalmente não precisam ser removidos.
A anestesia pode ser local, local com um anestesista propiciando uma sedação, ou geral. A escolha do método de anestesia, sempre em comum acordo com o anestesista, levará em consideração o tamanho da cirurgia, as condições clínicas e psicológicas do paciente. Apesar de poder ser realizada em caráter ambulatorial (alta hospitalar logo após a recuperação da anestesia) é mais seguro e cômodo para o paciente permanecer a primeira noite no hospital.

CUIDADOS PÓS-OPERATÓRIOS DA MENTOPLASTIA

Os cuidados pós-operatórios variam segundo a magnitude do procedimento efetuado. Sempre haverá um inchaço, maior nos primeiros 2 dias, que gradativamente vai diminuindo. 
Em geral 7-10 dias é o tempo suficiente para o paciente retornar às suas atividades sociais e laborais. É importante ressaltar que as alterações de cicatrização e acomodação dos tecidos em seu novo local seguem por mais algum tempo.
Pelo menos três meses são necessários para se observar o resultado final do tratamento.